30/04/2024 às 10h53min - Atualizada em 30/04/2024 às 20h07min

56% dos jovens sonham com o modelo híbrido de trabalho, mas sofrem intensa competitividade nos processos, aponta o Censo do Estagiário

Pesquisa inédita revela as preferências e desafios dos estagiários no Brasil

WallJobs
Divulgação

WallJobs, a primeira plataforma 100% digital para gestão de contratos de estágio, divulgou os resultados do "Censo do Estagiário", que revela percepções valiosas sobre as experiências, preferências e desafios enfrentados pelos estagiários brasileiros e as empresas onde trabalham. 

Com mais de 2 mil participantes entrevistados em todo o Brasil, a pesquisa revelou que 37% dos jovens estão atualmente estagiando. Surpreendentemente, enquanto apenas 3% estão em formato remoto e 22,4% em formato presencial, a maioria expressiva de 56% gostaria de estar no modelo híbrido de trabalho, destacando uma clara preferência por flexibilidade.

Segundo Alexandre Sande, CEO do WallJobs, "fica evidente que os jovens estão em busca de um equilíbrio entre o antigo modelo de trabalho presencial e o remoto, refletindo uma mudança nas expectativas em relação ao ambiente de trabalho pós-pandemia". 

Além disso, a pesquisa destacou que 28% dos estagiários estão satisfeitos e desejam permanecer em suas empresas atuais, enquanto 6% consideram sair devido a um desagrado com suas posições atuais. Entre os fatores que mais contribuem para a satisfação estão as oportunidades de aprendizado e desenvolvimento pessoal, o ambiente de trabalho acolhedor e a flexibilidade de horários.

Os desafios de uma geração
No entanto, os estagiários enfrentam desafios significativos, como a falta de perspectiva de crescimento, remuneração insuficiente e carga excessiva de tarefas. Ademais, 77,5% dos respondentes relatam dificuldades com a criação e gestão da documentação de seus estágios, destacando a necessidade de processos mais eficientes para as partes envolvidas.

Quanto à busca por vagas, a pesquisa revelou que 32% dos respondentes alcançaram um estágio em menos de um mês, enquanto 26% levaram mais de seis meses. Alexandre destaca que os dados mostram uma intensa competitividade nos processos seletivos de estágio, algo que dificulta a conquista da posição e ainda completa que neste cenário, a ausência de feedback após as entrevistas surge como uma das principais barreiras enfrentadas em seus primeiros passos profissionais. “O papel do retorno é fundamental para o desenvolvimento desses futuros profissionais, pois proporciona uma oportunidade de aprendizado e crescimento e ao receberem um retorno construtivo, os candidatos podem entender melhor suas habilidades e pontos a serem desenvolvidos, permitindo-lhes ajustar suas estratégias e se prepararem melhor para futuras oportunidades”, finaliza o especialista.

A pesquisa fornece uma visão abrangente das necessidades e aspirações dos estagiários brasileiros nas mais relevantes empresas do mercado, destacando áreas de melhoria e oportunidades para as empresas se evoluírem seus programas  se aproximando às expectativas dessa nova geração de profissionais.


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