25/04/2024 às 14h53min - Atualizada em 27/04/2024 às 00h00min

Como a evolução das edtechs tem revolucionado a forma de ensinar e aprender

Por Renan Basso*

Assessoria de Imprensa
Divulgação

Diversos setores passaram por mudanças aceleradas nos últimos anos, especialmente impulsionados pelo período de reclusão causado pela pandemia. Entre eles, está a área de educação. Tanto estudantes, como educadores precisaram se adaptar a novas formas de ensinar e aprender. O ensino à distância, que estava ainda tomando forma nas universidades e instituições especializadas em cursos específicos, precisaram acelerar essa modalidade e a sua adaptação ao dia a dia das pessoas. Hoje, com o distanciamento de poucos anos, já é possível perceber o tamanho da transformação pela qual o sistema de ensino passou e ainda tem passado, e aqui me refiro à forma de se aprender e ensinar.
 

E neste cenário de revolução seguimos até então. O ensino online veio para ficar e, com isso, as edtechs ganharam força por todo o Brasil. Estudo feito em 2022 pela ABStartups mostra que 22% das edtechs foram fundadas após o ano de 2020, início da pandemia. Além disso, a pesquisa mostra que foram identificadas 813 edtechs ativas no Brasil, aumento de 44% em relação ao levantamento feito dois anos antes. 

 

O setor de educação é carente de inovação. Com esse crescimento, se iniciou a lei da oferta e demanda e as empresas de tecnologia intensificaram a produção de soluções que atendessem as necessidades das instituições de ensino, experimentando um crescimento significativo na demanda por tecnologia da informação. Ainda segundo o estudo da ABStartups, 53% das edtechs estão em fase de tração ou escala. Ou seja, ainda tem muito espaço para evolução e novas soluções. 

 

As aplicações e funcionalidades da área são específicas, é necessário ter usabilidade fácil e popular, que rode em qualquer máquina e aparelho. Além disso, é preciso ter funcionalidades que englobam estudos e treinamentos, calendários de atividades, formulários para organização de aulas e conteúdos, área de feedback, engajamento dos alunos, atendimento de dúvidas e envio de tarefas, por exemplo. As ferramentas precisam solucionar essas demandas e outras necessidades internas do dia a dia, sem a necessidade de contatos ou interações que tenham que ser resolvidas no presencial. 

 

O crescimento desta modalidade de escola, que tem a tecnologia como braço central, fez com que empresas do segmento precisassem oferecer outros serviços essenciais para a área de ensino: como as famigeradas soluções financeiras. É crucial ter um ecossistema financeiro que atenda as demandas de pagamentos dos alunos. As edtechs têm evoluído nessa questão, adotando soluções como a implementação do PIX como meio de pagamento, reduzindo custos de boletos. Além disso, a antecipação de recebíveis e a criação de cartões de crédito para alunos são estratégias que proporcionam ganhos significativos no âmbito tarifário e em modalidades financeiras.
 

Em resumo, o avanço tecnológico trouxe evolução e possibilidades para um dos setores mais importantes do país, a educação. Mostrando que é possível estudar de casa ou de onde estiver e viabilizando acesso para todas as pessoas, sem limitações regionais. Para atender e se adequar ao futuro, as instituições precisaram correr para se adaptar às demandas e necessidades, ao passo que as empresas desenvolvedoras de tecnologia precisaram acompanhar de perto este setor que está em constante evolução. 


 

* Renan Basso é co-fundador e diretor de negócios da MB Labs, uma renomada empresa especializada em consultoria e desenvolvimento de aplicativos e plataformas digitais. Com uma sólida carreira no setor de tecnologia. Com uma formação em engenharia da computação pela PUC Campinas e MBA na DeVry Educacional do Brasil, Basso é especialista em tecnologia, engenheiro de software e desenvolvimento de sistemas para grandes companhias. Especialista em construção de tecnologia para as indústrias financeiras e super apps. Com vasta experiência no setor de tecnologia e finanças, com objetivo de impulsionar a inovação e criar soluções para fintechs.


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